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Flávio Bolsonaro revela verdade sobre investimento do Banco Master em filme sobre Jair Bolsonaro

  • Foto do escritor: Tatiana Santos
    Tatiana Santos
  • 13 de mai.
  • 2 min de leitura
Flávio Bolsonaro e Vorcaro do banco Master só tinham contrato de investimento no filme e o Master receberia uma porcentagem do lucro da bilheteria.
Flávio Bolsonaro e Vorcaro do banco Master só tinham contrato de investimento no filme e o Master receberia uma porcentagem do lucro da bilheteria.

Flávio Bolsonaro e Vorcaro do banco Master só tinham contrato de investimento no filme e o Master receberia uma porcentagem do lucro da bilheteria.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) veio a público para esclarecer as negociações envolvendo recursos do Banco Master para a produção de um longa-metragem sobre a vida de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A revelação ganha repercussão nacional e desperta debates sobre patrocínios privados em produções cinematográficas no Brasil.

Segundo o senador, o apoio financeiro buscado junto ao banqueiro Daniel Vorcaro tratava-se de um investimento legítimo, com previsão de retorno por meio da bilheteria do filme. Flávio nega qualquer favorecimento indevido e reforça que a iniciativa era de caráter privado.

Imagem da capa do filme do Presidente Jair Messias Bolsonaro
Imagem da capa do filme do Presidente Jair Messias Bolsonaro

Negociações e defesa do senador

Flávio Bolsonaro confirmou contatos com Vorcaro para viabilizar o projeto cinematográfico intitulado "Dark Horse". O senador destacou que o modelo previa que o investimento inicial fosse recuperado com a venda de ingressos nos cinemas, sem ônus para o erário público.

"Trata-se de um patrocínio privado comum no mercado audiovisual", afirmou o parlamentar em pronunciamento. Ele enfatizou que o retorno esperado viria da bilheteria, mecanismo tradicional usado por produtores para atrair investidores.

A notícia surgiu após a divulgação de mensagens e áudios pelo The Intercept Brasil, que expuseram negociações estimadas em dezenas de milhões de reais. Flávio admitiu ter cobrado agilidade nos repasses, mas classificou as acusações de distorções políticas.


Contexto do Banco Master e Vorcaro

Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, encontra-se preso preventivamente, alvo de investigações da Polícia Federal por supostas fraudes financeiras que teriam causado prejuízos bilionários a investidores e clientes. A instituição foi liquidada pelo Banco Central em novembro de 2025.

Apesar do cenário, Flávio Bolsonaro separa as esferas: "Bandidos devem ser punidos, mas projetos culturais não podem ser criminalizados por associação", disse o senador, que chegou a sugerir a instalação de uma CPI para investigar o caso do banco de forma ampla.


Impacto no cenário político nacional

O episódio ocorre em momento sensível, com Flávio posicionado como pré-candidato à Presidência da República pelo PL. A oposição aproveita o caso para questionar a lisura das relações, enquanto aliados defendem a transparência do investimento e cobram apuração isenta.

Em Mato Grosso do Sul, o tema repercute entre eleitores bolsonaristas e analistas políticos locais. Muitos sul-mato-grossenses acompanham o debate sobre financiamento de produções culturais e os limites entre iniciativa privada e escrutínio público, especialmente em um estado com crescente interesse por cinema regional.


Reações e próximos passos

Parlamentares de diferentes espectros políticos já comentam a possibilidade de convocações ou pedidos de informação ao Ministério Público. Flávio Bolsonaro, por sua vez, mantém a postura de defesa e convoca apoiadores a distinguirem fatos de narrativas eleitoreiras.

O caso reforça a importância de regulação clara para investimentos em cultura, garantindo que iniciativas criativas possam prosperar sem sombras de dúvida.


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