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Riedel anuncia obras e legado da COP15 A revitalização do Parque das Nações Indígenas foi confirmada nesta segunda-feira (23) pelo governador Eduardo Riedel.

  • Foto do escritor: Tatiana Santos
    Tatiana Santos
  • 23 de mar.
  • 3 min de leitura

Atualizado: 2 de abr.

Vista aérea de um prédio moderno com design oval prateado e vermelho em um parque urbano. Lago, prédios e árvores estão ao fundo.
A imagem mostra uma vista aérea do Parque das Nações Indígenas, foto: (Bruno rezende)

A revitalização do Parque das Nações Indígenas foi confirmada nesta segunda-feira (23) pelo governador Eduardo Riedel, que prometeu uma transformação completa em um dos principais cartões-postais de Campo Grande. O anúncio ocorreu durante a inauguração do espaço "Conexão Sem Fronteiras", na Casa do Homem Pantaneiro, evento que integra a programação paralela da COP15 (Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres).

O chefe do Executivo estadual detalhou que as intervenções vão abranger desde a modernização de toda a rede elétrica até a reestruturação completa dos espaços esportivos. A proposta é garantir mais segurança, conforto e opções de lazer para as milhares de famílias sul-mato-grossenses que frequentam o local diariamente.


Obras de revitalização do Parque das Nações Indígenas focam em infraestrutura e esporte

Durante a visita ao lado da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, Riedel destacou a importância da revitalização do Parque das Nações Indígenas para a qualidade de vida na capital. Segundo o governador, a mudança será profunda, resolvendo problemas antigos de iluminação e entregando quadras e áreas de convivência totalmente renovadas.

"Todo o Parque das Nações Indígenas vai passar por uma mudança muito grande de elétrica, de revitalização, de espaço esportivo. Já é o grande parque de Campo Grande, e nós vamos ter como legado esse espaço para educação ambiental." — Eduardo Riedel, governador de MS

A expectativa é que as obras tragam um novo fôlego para o complexo, que já atua em sinergia com o Bioparque Pantanal, formando um dos maiores polos de turismo, ciência e lazer do Centro-Oeste brasileiro.


Governador Eduardo Riedel ao lado da ministra Marina Silva durante o anúncio na Casa do Homem Pantaneiro Governador Eduardo Riedel anuncia pacote de obras para o Parque das Nações Indígenas durante evento da COP15 em Campo Grande. (Foto: Mairinco de Paula)
Governador Eduardo Riedel ao lado da ministra Marina Silva durante o anúncio na Casa do Homem Pantaneiro Governador Eduardo Riedel anuncia pacote de obras para o Parque das Nações Indígenas durante evento da COP15 em Campo Grande. (Foto: Mairinco de Paula)

Casa do Homem Pantaneiro vira centro permanente de educação ambiental

Além das melhorias estruturais, a revitalização do Parque das Nações Indígenas inclui um forte componente educacional. A Casa do Homem Pantaneiro, que atualmente sedia debates, exposições e o "Cine Pantanal" durante a COP15, será transformada em um Centro Estadual de Educação Ambiental permanente.

O espaço, que conta com mais de mil metros quadrados de área construída, foi adaptado para receber um auditório e salas de reuniões. Após o fim da conferência internacional, o local continuará de portas abertas para receber estudantes da rede pública, pesquisadores e turistas, consolidando-se como um legado real do evento para Mato Grosso do Sul.

A ministra Marina Silva elogiou a iniciativa e a estrutura montada pelo Estado. Ela ressaltou que o ambiente promove a cultura pantaneira e demonstra que é possível aliar o uso do território com a preservação ambiental, sem fronteiras entre o desenvolvimento e a sustentabilidade.


Impacto no turismo e na conscientização ecológica em MS

A união entre a revitalização do Parque das Nações Indígenas e a criação do novo centro educacional reforça o papel de Campo Grande como referência em turismo ecológico urbano. O complexo, que já atrai visitantes de todo o país por conta do Bioparque Pantanal, agora oferecerá uma experiência ainda mais completa de imersão no bioma.

Para os moradores da capital, as obras significam a devolução de um espaço público mais seguro e bem equipado para a prática de esportes e o convivio familiar. Já para o Estado, representa um passo importante na formação de novas gerações mais conscientes sobre a importância da conservação da biodiversidade e das espécies migratórias.


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